A automação, já há algum tempo, deixou de ser sinônimo de robôs gigantes e enclausurados. A Indústria 4.0 trouxe os Robôs Colaborativos (Cobots), que se trata de robôs modernos equipados com sensores avançados e que podem trabalhar lado a lado com operadores humanos, assumindo tarefas repetitivas, perigosas ou que exigem alta precisão.
Existem dois focos principais que fazem muita diferença no cotidiano de uma indústria que conta com o auxílio de robôs. Um deles é aumentar a produtividade, manter a segurança no chão de fábrica e permitir que a força de trabalho humana se concentre em atividades de maior valor, como supervisão e solução de problemas.
O segundo foco é que os Cobots são nós na rede IoT, capazes de enviar dados contínuos sobre sua velocidade, precisão e status, o que garante uma integração perfeita com o fluxo de trabalho.
No cerne da fábrica inteligente está a coleta de dados.
Trata-se de sensores minúsculos e poderosos, que são instalados em cada ativo, desde motores até ferramentas de montagem.
Eles capturam dados críticos, como temperatura, pressão, vibração e consumo de energia, por exemplo.
Por sua vez o IoT Gateway transmitem esses dados para a nuvem ou para um sistema local onde ali, plataformas avançadas processam essa torrente de informações, transformando dados brutos em insights acionáveis.
Essa capacidade de monitoramento de produção permite a Manutenção Preditiva, que prevê falhas antes mesmo que elas ocorram e a Otimização de Processos, que ajusta parâmetros de produção em tempo real para maximizar a eficiência e a qualidade.
A perfeita comunicação entre máquina e sistema exige uma arquitetura técnica robusta e integrada. É aqui que o design e a engenharia de software e hardware especializados entram em jogo.
Confira-os abaixo:
1. Design de Hardware (PCB + IoT)
O design de Placas de Circuito Impresso (PCBs) especializadas para IoT é crucial pois essas placas precisam ser robustas, eficientes em termos de energia e compactas ao mesmo tempo, abrigando os microcontroladores e módulos de conectividade (Wi-Fi, LoRaWAN, 5G) que permite a coleta e transmissão de dados do ativo industrial.
2. Firmware e Software Embarcado
Trata-se do cérebro do dispositivo.
O firmware (o software que reside permanentemente no hardware) e o software embarcado são responsáveis por interpretar os sinais dos sensores, realizar o processamento de dados local (edge computing), além de gerenciar a conectividade de forma segura e eficiente e garantir que a máquina possa se comunicar de forma padronizada com sistemas de nível superior (MES/ERP).
3. Integração Perfeita e Conectividade Inteligente
O objetivo final é garantir a integração perfeita entre os dispositivos físicos, os sistemas de gerenciamento da fábrica (MES/ERP) e as plataformas de nuvem. Esta teia de conectividade inteligente permite a orquestração de todos os recursos da fábrica, desde o planejamento da produção até a entrega final, criando um verdadeiro ecossistema inteligente que se autorregula.
Construir um ecossistema inteligente exige mais do que comprar e implementar sensores. Se por trás não existir uma estratégia de engenharia integrada todo o investimento será em vão e o processo será falho.
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